Sapientíssimo Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Caro Amigo António Reis; Estimada Amiga Maria Carolina Tito de Morais, Presidente da Comissão Executiva das Comemorações do Centenário de Tito de Morais; Demais membros dessa Comissão; Caro irmão Luís Medeiros Ferreira, digno representante da Loja José Estêvão; Companheiros Oradores José Paulo da Silva Graça e Manuel Tito de Morais Oliveira; Demais membros da Família Tito de Morais; Demais Irmãos do Grande Oriente Lusitano; Ilustres convidados; Senhoras e senhores. Quando de minha iniciação como aprendiz maçon, escolhi como nome simbólico Nuno Álvares Pereira. Talvez porque desde os bancos de escola me encantava imaginar a Padeira de Aljubarrota a despachar sete castelhanos com sua pá de forno e D. Nuno a comandar os valentes combatentes lusitanos. No entanto, no dia do funeral de Tito de Morais, acompanhei seu filho João, meu irmão de vida, no momento em que o caixão foi colocado no carro e, antes da porta se fechar, João erg...